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Como as máquinas irão complementar e facilitar o trabalho humano, mas não substituí-lo

Como as máquinas irão complementar e facilitar o trabalho humano, mas não substituí-lo

A automação dos processos de produção caminha a passos cada vez mais largos. A expansão da tecnologia, que há décadas vem revolucionando nossas vidas, há alguns anos vem ganhando mais velocidade graças à difusão maciça da Inteligência Artificial.

Os robôs ganham espaço a cada dia em nossos ambientes de trabalho. Baste pensar a difusão que nos últimos tempos tiveram os chatbots, os robozinhos utilizados pelas empresas para fazer atendimento aos consumidores e que simulam o atendimento humano.

Este é só um dos exemplos mais visíveis desta revolução em curso que vai contemplar todas as esferas da nossa vida, dos carros autônomos à Internet das Coisas. Todos os setores – do sistema de saúde às indústrias, passando pelo mercado financeiro – serão cada vez mais impactados pela tecnologia.

As máquinas já são capazes de assumir tarefas repetitivas como supervisionar processos rotineiros, responder repetidamente às mesmas perguntas ou extrair dados de documentos intermináveis. Isso quer dizer que só robôs vão substituir os humanos?

De acordo com a revista Harvard Business Review, da Universidade de Harvard, nos EUA, não há motivos para preocupação: as máquinas podem executar tarefas, mas não inteiros trabalhos. A publicação prevê que as máquinas vão complementar e facilitar o trabalho dos humanos, mas não substituí-los completamente. 

Com a automação dos processos repetitivos e mais chatos, as pessoas terão mais tempo livre para tarefas criativas e produtivas. Máquinas e pessoas vão trabalhar cada vez mais lado a lado, umas integrando as outras com suas próprias expertises e capacidades. Um exemplo vem da medicina: não precisamos de menos médicos, mas graças à tecnologia temos uma medicina mais precisa e melhores curas.

Haverá perda de postos de trabalho? Certamente, mas que serão compensados pela criação de novas vagas e empregos. No relatório “Jobs of Tomorrow: Mapping Opportunity in the New Economy” (Empregos do amanhã: mapeando oportunidades na nova Economia), o Fórum Econômico Mundial estima o desaparecimento de 75 milhões de postos de trabalho até 2022 em decorrência do avanço tecnológico.

Por outro lado, a tecnologia seria capaz de criar outras 133 milhões de vagas em diversos setores: saúde, marketing, vendas e comunicação, dados e IA (Inteligência Artificial), engenharia e computação em nuvem e até em recursos humanos e cultura.

Alguns gurus da tecnologia como Bill Gates e Elon Musk propõem até soluções como uma renda básica universal para ajudar as pessoas que perderam o emprego por causa das máquinas. Gates sugere bancar esse auxílio por meio de um “imposto de renda robótico”, isto é, uma taxa paga por empresas cada vez que um robô substituir um humano.

Segundo os pesquisadores de Harvard, os solavancos não vão faltar nessa caminhada tecnológica, mas com um planejamento e desenvolvimento corretos, a Inteligência Artificial pode inaugurar uma era de ouro de produtividade, satisfação profissional e prosperidade. 

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