LGPD: maior segurança para titulares de dados e empresas

Como a sua empresa pode se beneficiar com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), criada para assegurar a privacidade e a segurança dos consumidores

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) foi criada para proteger a privacidade dos cidadãos e regular o uso de dados pessoais por empresas, tanto online, quanto offline. O principal objetivo da nova lei é garantir que esses dados não sejam explorados indevidamente.

Desde setembro de 2020, quando a lei entrou em vigor, qualquer cidadão poderá questionar empresas privadas ou órgãos públicos sobre como é feito o tratamento de suas informações pessoais e dados, como: CPF, nome completo, telefone e endereço, etc. 

Além de proteger o cidadão, a lei também regulamenta a transparência de informações e o livre acesso por algumas empresas para garantir e salvaguardar a responsabilização e prestação de contas dos indivíduos.

 

Por que a LGPD foi criada?

Hoje em dia, qualquer pessoa com um computador ou telefone celular produz e oferece uma série de dados sobre a sua vida que podem ser armazenados para diferentes fins, como pesquisas, segmentação de anúncios e monitoramento. 

O crescimento da produção de dados no mundo e a exposição cada vez maior das pessoas nas redes sociais criou a oportunidade de as empresas usarem as informações pessoais dos usuários em diversos tipos de análises, sem nenhum consentimento. 

A falta de regulamentação foi responsável por casos como o da Cambridge Analytica, em que dados de usuários do Facebook foram usados durante a campanha presidencial dos Estados Unidos, em 2016.

Graças à LGPD, os titulares destes dados têm o direito de: conhecer e autorizar o uso de seus dados; corrigir dados incompletos; eliminar dados desnecessários; garantir a portabilidade dos dados, entre outros benefícios.

 

Como é a lei LGPD,  em outros países?

A LGPD brasileira segue uma linha muito similar à General Data Protection Regulation (GDPR), aprovada pela União Europeia em 2016 e em vigor desde maio de 2018.

Além dos países europeus e do Brasil, Austrália, África do Sul, Turquia e México são exemplos de nações que contam com uma legislação própria. Já a Argentina, o Japão e a Nova Zelândia estão adequados à GDPR. 

Embora ainda não estejam oficializados, Índia, Chile, Paraguai, Rússia e China também contam com algumas leis de proteção a dados pessoais. 

Como se pode ver, regulamentar o uso de dados pessoais é de extrema importância e, portanto, um caminho sem volta.

 

O que muda para as empresas com a entrada da LGPD em vigor?

A adequação das empresas à LGPD não tem sido tarefa fácil. Embora o governo tenha dado um prazo de dois anos para esse processo, muitas empresas ainda não conseguiram cumprir com as exigências da nova lei e veem a implementação como mais um obstáculo.

Entretanto, é importante ter em mente que a nova lei não beneficia apenas o cidadão. A regulamentação também pode ajudar a melhorar a imagem do seu negócio, além de estabelecer um relacionamento mais sólido e de confiança com o seu cliente. 

Quando você deixa claro que a sua empresa acredita e cumpre a LGPD, ela se destaca e ganha credibilidade no mercado. Além disso, o relacionamento com os seus clientes e parceiros comerciais se fortalece, por enxergarem o seu negócio como sério e socialmente responsável. Futuros contratos podem ser fechados justamente por esse posicionamento diante de tantas outras empresas que ainda não perceberam a importância dessa lei. 

Ao se adequar à LGPD, você evita a má reputação de sua empresa, além de uma série de punições, entre elas a suspensão do seu banco de dados pelo prazo de seis meses, o recebimento de processos administrativos e judiciais, e multas que podem chegar a 2% do seu faturamento bruto ou limitadas a R$ 50 milhões por infração.

 

O que deve ser feito para se adequar à LGPD?

Em primeiro lugar, a empresa precisa rever os processos que envolvem a coleta e armazenamento de dados pessoais. Dados já existentes deverão ser revistos e classificados por finalidade. Também é importante saber se foram coletados mediante consentimento e se estão armazenados de maneira segura.

Os funcionários que lidam com dados de pessoas e clientes devem assegurar o sigilo dessas informações, seguindo boas práticas de segurança da informação. Determinar uma política de privacidade para a empresa também é fundamental. Dessa maneira, é possível esclarecer para os clientes como os dados serão utilizados e armazenados. 

Nós, da 4KST, que trabalhamos com consulta e análise de crédito e, consequentemente, com o tratamento de dados pessoais, cumprimos com rigor as exigências da LGPD. Se a sua empresa necessita deste tipo de serviço, garantimos toda a segurança para o seu negócio e seus clientes.

Para saber mais sobre as soluções que oferecemos, entre em contato conosco e continua nos acompanhando pelas nossas redes sociais. 

 

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